Não é do meu sangue,
Nem saiu de dentro de mim.
Não vi crescer, não ensinei a andar,
Não troquei faldas e nem ensinei a falar.
Nunca fiz uma troca de olhares,
De carinho ou de afeição,
Nunca estive perto o suficiente,
Só aqui dentro do meu coração.
Nunca pude expressar o meu amor intenso,
O meu amor paterno.
Nunca pude te mostrar,
Que o meu amor por você é eterno.
Só sei que aconteceu e foi maravilhoso,
Te olhar linda e inteligente dessa forma,
Me deixa orgulhoso.
Você sabe o quanto me faz sorrir,
É a menina dos meus olhos,
Meu amor sem fim.
Nunca poderei substituir ninguém,
Nem tampouco quero isso,
Quero apenas que entenda,
Que meu amor por ti é infinito.
Não a chamo de filha a toa,
Nem quero que me chame de pai assim.
Só quero que você entenda:
Conte comigo até o fim.
Eu sou egoísta demais pra me incomodar com os outros ...
20 de junho de 2010
18 de junho de 2010
Você - Marcelo Augusto
Desde o momento que nossos olhares se encontraram,
Eu já sabia que nada mais seria como antes.
Aquele sorriso meigo e cativante,
Abalou com as estruturas do meu coração.
Meus olhos sempre buscavam o teu,
Minha boca clamava pela sua,
Meu corpo desejava seu corpo,
Eu queria, ou melhor, eu quero,
Apenas que sejas eternamente minha!
Ao te ver, nada mais era como antes,
Respiração descompassada,
Boca sem palavras,
Você mudava tudo em mim com sua simples presença.
Não sei olhar para trás e não te ver,
Viver o hoje sem você,
E imaginar o amanhã sozinho,
Sem teu colo, sem o teu carinho,
Eu preciso de você.
Eu já sabia que nada mais seria como antes.
Aquele sorriso meigo e cativante,
Abalou com as estruturas do meu coração.
Meus olhos sempre buscavam o teu,
Minha boca clamava pela sua,
Meu corpo desejava seu corpo,
Eu queria, ou melhor, eu quero,
Apenas que sejas eternamente minha!
Ao te ver, nada mais era como antes,
Respiração descompassada,
Boca sem palavras,
Você mudava tudo em mim com sua simples presença.
Não sei olhar para trás e não te ver,
Viver o hoje sem você,
E imaginar o amanhã sozinho,
Sem teu colo, sem o teu carinho,
Eu preciso de você.
17 de junho de 2010
Eu vi - Marcelo Augusto
Eu vi tudo que realmente quis,
Escapar por entre os dedos,
E afastar-se lentamente,
Pela corrente da vida.
Eu vi tudo que eu realmente amei,
Destruir-se aos poucos,
Inflamar-se do ódio,
Entregar-se ao ócio.
Eu vi tudo aquilo que sonhei,
Desfocar, se desmaterializar,
Ser levado pelo vento, jogado ao mar,
Se tornar nada mais do que um sonho.
A única coisa que não vi acabar foi o que aprendi,
Porque o querer é finito,
O amor não passa de um sentimento bonito,
O sonho é a motivação da vida diária,
Mas o que se aprende, fica gravado na alma.
14 de junho de 2010
Viver - Marcelo Augusto
Inspirar fundo e sentir o ar nos pulmões,
Doce sensação!
Mal prestamos atenção,
Mas é esse pequeno gesto que nos mantém vivos,
E é sentir essa vivência que nos faz valorizar cada momento seguinte.
Sentir o coração bater,
O sangue correr nas veias,
Sentir a vida em cada parte do seu corpo,
E saber que essa vida é única,
Não vai voltar.
É saber que cada momento é único,
Que as horas jamais vão voltar,
Que devemos viver sempre ao extremo,
Por não saber se amanhã ainda poderemos viver.
Valorizar tudo isso que nós sentimos nunca é tão fácil,
Eu vi a cara da morte e ela não é bonita,
Se for de vê-la de novo, espero não me arrepender,
Não me arrepender de estar morrendo,
Mas me arrepender de não ter feito tudo o que realmente deveria.
Doce sensação!
Mal prestamos atenção,
Mas é esse pequeno gesto que nos mantém vivos,
E é sentir essa vivência que nos faz valorizar cada momento seguinte.
Sentir o coração bater,
O sangue correr nas veias,
Sentir a vida em cada parte do seu corpo,
E saber que essa vida é única,
Não vai voltar.
É saber que cada momento é único,
Que as horas jamais vão voltar,
Que devemos viver sempre ao extremo,
Por não saber se amanhã ainda poderemos viver.
Valorizar tudo isso que nós sentimos nunca é tão fácil,
Eu vi a cara da morte e ela não é bonita,
Se for de vê-la de novo, espero não me arrepender,
Não me arrepender de estar morrendo,
Mas me arrepender de não ter feito tudo o que realmente deveria.
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